Um dia o amor chega, menina!

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Um dia o amor chega, menina.

Aí esse amor vai ser suficiente e você não vai ter que ficar desiludida com as palavras das pessoas com quem você se envolve por alguns meses e que não estão nem aí sobre como você vai se sentir quando elas forem embora. E elas sempre vão embora.

Mas um dia chega e fica, eu sei que fica, porque em 2016 eu conheci a prova mais bonita.

Esse amor a gente constrói todo dia, passos lentos, a sementinha vai brotando e a gente logo vê a plantinha crescendo. Quando você, está grande o suficiente para te abraçar apertado e não soltar mais.

Só que tem que estar preparado para esperar um tempinho que às vezes demora. Talvez demore meses ou anos, mas talvez chegue amanhã.

Mas uma coisa eu te digo, viu? Quando a gente para de procurar, começa a perceber. Em tudo um pequeno fragmento. No seu cabelo, no seu corpo, sua casa.

Talvez você encontre esse amor em alguém

Talvez você encontre esse amor em você!

 

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Cuidados caseiros com a pele e cabelo

Eu não sou a louca dos cuidados faciais e capilares, mas ultimamente adotei uma rotina de cuidados que acho que seria uma boa compartilhar 🙂

Toda pele do meu corpo é extremamente seca e isso agrava os meus problemas alérgicos, então todos os dias durante o dia todo – ainda mais considerando trabalhar no ar condicionado – tenho que repor a hidratação do rosto e braços com creme.

Apesar disso, meu rosto tem espaço para ser um pouquinho oleoso então todo fim de semana eu faço uma máscara esfoliante que ajuda a equilibrar tudo isso.

Máscara de mel e café

Essa máscara é extremamente simples de fazer. Você só vai precisar de mel e algo para esfoliar. Pode ser café ou açúcar, mas para mim o que importa mais do que a esfoliação em si é o efeito do mel na minha pele (efeito bumbum de neném, sabe?). Por não ter oleosidade no rosto, não tenho espinhas, mas a minha mãe já sofreu muito com acne e de vez em quando ainda aparece uma espinha ou outra que inflama horrores. Ela também testou a máscara e se deu super bem com ela, então acredito que vai muito do teste e reação da pele de cada um.

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  • Como fazer:

A proporção das coisas comigo vai sempre meio que de olho, mas eu geralmente uso três colheres de sopa de mel para 1 e 1/2 de pó de café. Acrescento mais um ou outro de acordo com a textura da mistura.

A ideia é usar a borra úmida que sobra quando a gente passa café, mas aqui em casa não é sempre que tem, então eu acabo usando o pó seco mesmo. A diferença é que a umidade da borra deixa a máscara mais líquida, diferente do pó seco que deixa mais densa. Vai da preferência também. 

Nessa quantidade às vezes sobra então eu guardo num potinho e deixo na geladeira. Dá pra usar mais uma ou duas vezes dependendo de quanto sobra.

  • Como usar

É bem simples, basta aplicar no rosto inteiro evitando os olhos e a boca. Você fica de 15 a 20 minutos com ela no rosto e lava. Na hora de secar não passe a toalha esfregando de uma vez, só aperte no rosto bem de leve.

Se, assim como eu, você precisar finalizar com algum hidratante é só passar logo em seguida, de preferência algum que seja toque seco, mas se você tirar apenas o excesso de água e deixar secar naturalmente vai sentir como o rosto fica delícia também.

Óleo de coco para hidratar o cabelo

Além do corpo, meu cabelo também é super seco e o óleo de coco tem me salvado há algum tempo. Já usei aqueles baratinhos de farmácia, aquela da copra (que também se deu super bem) e o caseiro que foi imbatível por aqui.

Esse não precisa de textão explicando porque tem um vídeo no canal com a participação querida da minha avó que me ensinou a fazer e tem eu mostrando como eu uso também.

Espero que seja útil e dê certo por aí 🙂

Uma hora tudo se ajeita

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Se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que uma hora tudo se ajeita.

Uma hora a gente entende que não se pode – tampouco se consegue – segurar o mundo todo na palma das mãos porque certas coisas a gente não pode controlar, só o tempo mesmo para passar. Chega um momento em que a gente faz o melhor que pode e se não der certo, tudo bem.

Nada na nossa vida fica 100% no lugar, mas ela dá um jeitinho de melhorar as coisas, trazendo novos dias, novos ares e novas páginas em branco. Mas tem coisa que só a gente pode mudar. Repensar e reorganizar. Para isso é preciso se conhecer, meu bem. Se conhecer para saber até onde se pode ir, porque segurar firme faz parte do jogo, mas se a corda queimar a mão é melhor soltar. Tem coisa que é só de passar, não de ficar.

Mas de qualquer jeito, uma hora tudo se ajeita e volta pro seu lugar. A gente esquece o que passou e tudo vira história pra contar. No meio do caos há poesia. Sempre tem lugar. Escrevamos poesia nos nossos dias, meu bem.

Para repensar e lembrar: mesmo na melhor das intenções, não se apoiar nas dores alheias

Na verdade eu queria gravar um vídeo sobre isso, mas já adiei demais e queria falar sobre isso antes que ficasse mais velho do que já ficou.

Uma das minhas aulas na faculdade esse semestre é Ética e um dia desses, aprendemos sobre consciência moral (não caberá a mim explicar o que é haha) e algo mexeu comigo. Confesso que por alguns segundo me distraí e não me lembro bem o assunto que fez com que meu professor falasse sobre ‘estar feliz o tempo todo’. Muito do que discutimos em aula, não só nessa, tem muito a ver com as redes sociais e nossa era digital atual e quando ele falou sobre isso, logo pensei nelas.

Gratidão é uma palavra que li e ouvi muito em 2017 na internet e fora dela e concordo plenamente que a gente tem mesmo que agradecer pelo que temos, pois muitas pessoas tem o sonho de ter pelo menos acesso à coisas básicas.

Mas tem dias que a gente também não tá legal e esse post é sobre ficarmos comparando coisas que não precisam ser comparadas. Já perdi as contas de quantas vezes estava triste por algum motivo considerado ‘bobo’ e ouvir algo como “ah, você não deve ficar triste por isso porque tem muita gente sofrendo por isso” (e esse segundo “isso” não tem nada a ver com o motivo que te deixou triste naquele momento).

Vou tentar melhorar essa explicação para que ninguém interprete mal o que eu tô querendo dizer aqui.

Tem dias em que a gente fica chateado por algumas coisas que às vezes as pessoas julgam não ser tão importantes assim, sem ao menos se perguntarem como NÓS nos sentimos diante disso. Sabe aquela frase que diz “Pode ser bobeira, mas para você é a bobeira mais importante do mundo” (algo assim)? Então.

Nunca tinha parado para pensar em como a gente gosta de ficar comparando as coisas. A gente compara a nossa vida, a gente SE compara e compara os nossos problemas também mesmo que não em voz alta. Por mais que a gente queira ver o nosso amigo bem, talvez dizer “reclama não que tem gente no hospital com tal doença” ou qualquer coisa desse tipo não seja uma boa opção.

Nesse dia parei para pensar nisso e fiquei triste até comigo mesma pois muitas vezes já falei essas coisas também só para que aquele alguém percebesse que a vida não é tão ruim quanto parecia naquele dia, mas tem muitos outros jeitos de dizer isto para alguém sem ter que usar o problema ou a dor do outro como parâmetro. Isso só faz com que a pessoa que ouve isso se sinta obrigada a engolir o que sente com medo de parecer ingrato ou algo assim.

Tem dias que a gente acorda e prefere ficar mais em silêncio, fica um pouco mais reflexivo ou reclama porque o dia não foi bom e deixou a gente estressado e tá tudo bem, sabe? Faz parte de nós. Não é porque temos tal coisa ou fizemos tal coisa que somos obrigados a somente ter dias bons e felizinhos. NÃO! Todo mundo tem dias ruins e, por mais que alguns problemas realmente sejam mais sérios do que outros, ficar comparando as coisas só vai fazer com que a gente se sinta obrigado a fingir algo que não somos ou vivemos.

A gente não tá feliz o tempo todo e precisamos passar pelos momentos ruins também. Parar de comparar os nossos problemas, nossa vida e nós mesmos com os outros. Pode ser que desse jeito a gente se conheça melhor, se entenda e aprenda a lidar melhor com o imprevistos da vida.

Seja grato, mas entenda que TODO MUNDO também está vulnerável.

Desconectar para conectar: um fim de semana em Ibiúna

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Sexta-feira, pós primeira semana de estágio e um fim de semana longe da cidade. Aniversário com tema planejado entre os amigos e um sítiozinho pra reunir mais gente por mais tempo do que uma simples festa em só uma noite e a oportunidade de conhecer e (re)conhecer as pessoas.

Sexta-feira chegamos e já era quase sábado, ma deu tempo de conhecer as minhas companhias dos próximos dias. Uma faz psicologia, o outro faz direito e o outro ainda não sabia bem o que quer fazer, mas tem um tempinho de ensino médio pela frente.

Sábado começou cedo. Comida, piscina, cerveja, música e MUITA risada. Teve dancinha antiga dos nossos pais na beira da piscina, eu sem protetor solar com a cara vermelha e muito pé de moça pra comer.

Domingo teve um solzão de derreter a alma, mas foi bom de aproveitar. Teve gente diferente todos os dias. Alguns foram embora enquanto outros chegaram. A festa foi oriental e eu voltei pra casa com vários tsurus, inclusive alguns com estampa de girassol.

Esse fim de semana percebi que consegui relaxar de verdade. Fui praticante do nadismo (como diria a Isa Ribeiro) por três dias. Me conectei comigo mesma no meio dos pés de fruta, escorreguei em um tobogã no meio da grama, domingo vi o pôr-do-sol lindo como sempre e até com a galinhas eu conversei, mas o que mais observei foi como não me preocupei tanto com o sinal que não tinha. Três dias nem é tanto tempo se a gente parar pra pensar que fica um tempão só rolando a timeline das redes sociais às vezes sem propósito algum. E eu soube aproveitar muito bem esse tempinho offline, pois posso dizer que não tirei foto de tudo, mas poderia contar muito bem essa história.

Realmente me senti ali, onde estava, de corpo e mente também. Me permiti não levar as matérias da faculdade pois sei que não as faria e só ficaria mais frustrada por estar me sobrecarregando e “não estar dando conta”, tanto de estudar quanto de estar aproveitando aquele momento. Não é todo dia que a gente se aproxima assim das pessoas, não é todo dia que conseguimos conversar plenamente com nós mesmos sem o barulho das mil responsabilidades e das notificações que nos distraem em um lugar além de onde estamos.

A gente precisa se permitir aproveitar esses momentos. Seja no meio do barulho das risadas dos nossos pais e amigos, seja no silêncio que se faz por dentro de nós.

Live your life with grace 🙂