Aqui em SP: Vicolo Nostro & um ano de namoro

Faz um tempão que não faço um ‘Aqui em SP’, que é a categoria do blog em que mostro lugares legais para ir, comer e se divertir em São Paulo.

Dia 10, eu e Vinicius fizemos um ano de namoro e para comemorar, fomos ao restaurante Vicolo Nostro, no Brooklin.

No meio do caminho eu estranhei muuuito porque o restaurante fica no meio de um bairro ali no Brooklin e até perguntei se estávamos no caminho certo.

Chegamos lá e já fiquei encantada com o lugar: tijolinhos, plantas e luzinhas 💛

Escolhemos um lugar mais reservado em uma varandinha que tem mesas para dois, diferente de um espaço abaixo que tinham mesas para mais de cinco pessoas.

Pedimos o couvert que é uma cesta de pães caseiros com patês. Vem pão integral, pão recheado com escarola e tomate e pão caseiro + patês de berinjela, queijo gorgonzola (meu favorito da noite), manteiga, azeitonas pretas e azeite 😋

Pedimos meia garrafa de um vinho chileno chamado Falernia. Eu gosto muito de vinho e não tinha tomado um Syrah ainda. Engraçado o paladar da gente né? Vinicius achou suave, já eu achei bem seco, porém muito gostoso. Harmonizou bem com o que pedimos e com os pãezinhos.

Achei maravilhoso que tinham opções vegetarianas e uma opção vegana.

Vinicius ama frutos do mar então pediu um spaghetti com lulas, polvo e camarão.

Já eu, pedi um fettuccine com azeite de trufas brancas e parmesão servido com abobrinhas grelhadas.

Não pedimos sobremesa porque o preço do restaurante era bem salgado, então passamos no mercado e compramos morango. Minha sobremesa foi morango com leite condensado em casa hehe

Foi muito bom, mas realmente, no meu caso, é algo para se fazer em momentos especiais porque é bem caro mesmo, mas foi muito bom e valeu a pena.

Aproveito para agradecer pelo último ano. Fizemos tantas coisas juntos que parece foi menos tempo. Feliz nós dois 💛

Anúncios

Ainda bem que a gente muda

Ainda bem que a gente tem a chance de nos dar novas chances. Ainda bem que a gente pode recomeçar ou até mesmo continuar, porém de uma forma diferente.

Que bom que a vida não foi feita para ser estagnada e que bom que mesmo vivendo muito, sempre tem algo novo a se descobrir, ver e viver. Ainda bem que os textos que eu escrevia depois de uma grande decepção já não fazem mais sentido para mim agora, afinal, aquela decepção já passou e virão outras, eu sei, mas não mais aquela.

Engraçado, né? Tudo o que a gente produz diz respeito à apenas uma fase. Quando a gente escreve, desenha, fotografa, a gente eterniza essa fase e depois de um tempo, deixa de fazer sentido, ou pelo menos, ganha um novo sentido. Um mais nostalgico.

Eu gosto dessa sensação de liberdade, de mobilidade, de poder me reinventar, criar algo novo, descontinuar o que realmente não se encaixa e encontrar felicidade no presente que é tão efêmero.

Já pensou se a gente nascesse e em determinado momento tivesse que escolher do que gostar e nunca mais pudesse mudar? A vida não teria tanta graça.

Mas ela tem.

Eu tive dúvidas…

Por muito tempo eu tive dúvidas. Estava em uma fase com o mundo virado de ponta-cabeça, mas aí você também virou de ponta-cabeça para dizer que eu tinha um sorriso encantador. Nunca vou me esquecer desse dia em que ri e ao mesmo tempo fiquei assustada com a mensagem inesperada, mesmo te conhecendo desde 2014.

Eu tive dúvidas, mas era pra ser. Um dia a gente saiu para correr e uma semana depois você já tinha conhecido meus pais. Sem querer.

Se não fosse você, o Luke não teria conhecido seu novo lar naquele 11 de abril, quando eu virei e falei pra você às 19:00 da noite: vamos buscar o Luke hoje? E você topou. Eu brinco que sei que essas ações faziam parte do seu plano de me conquistar, mas hoje eu sei que você teria feito por qualquer amigo, porque teu coração é gigante.

Ainda continuo sem ter certeza de nada, mas é muito bom viver a vida com você. Sem pressa, apreciando o presente.

Uma coisa é certa: se antes eu tinha dúvidas, hoje eu sei que te amo demais 💛

Apaixone-se por você mesmo

Uma das maiores delícias da vida é quando a gente se olha no espelho e pensa que, mesmo com todos os defeitos que insistimos em enxergar, nós somos lindas(os). E não digo isso da boca para fora ou só em termos de aparência. Realmente somos, em essência.

E não pense que foi fácil chegar a uma conclusão assim. Nós somos a construção dos anos que vivemos e dos hábitos que temos. A gente se molda de acordo com nossas experiências e nossa aparência é só uma desculpa para existirmos no mundo, afinal, nossa personalidade precisa de um corpo para habitar.

Ficar na frente de uma câmera era um certo desafio. Me acostumei a desenhar a beleza de outros com luz, mas registrar a minha ainda me desconfortava. Hoje, me vejo com outros olhos. Olhos mais humanos. Vejo alguém que mesmo com pouca idade já tem algumas marquinhas ao redor dos olhos e a pele do corpo insiste em carregar as marcas de um tipo sensível demais, mas vejo também uma pessoa em uma fase de desafios, se dando bem na maioria deles. Alguém que cansa e pensa em jogar tudo pro alto, mas que sabe que o dia seguinte é outro dia. E isso faz toda a diferença.

O amor próprio é realmente um exercício que devemos praticar. Talvez ele não nos mude tanto por fora, mas por dentro faz um bem danado. Quando a gente se enxerga com amor, enxerga o outro da mesma forma e passa a pensar nas pessoas como elas são: pessoas.

Para ler, assistir e ouvir #1

2018 foi um ano difícil em termos de entretenimento. Quase não li nada além das leituras obrigatórias da faculdade e assisti FRIENDS (de novo) pela terceira vez. Em 2019 quis aproveitar as férias para viajar em novas histórias – mas confesso que a vontade de assistir FRIENDS de novo foi enorme.

Reuni neste post – e espero fazer mais desses – os livros, séries e músicas que conheci em janeiro. Não sei se vai ser um por mês, tudo vai depender do meu próprio ritmo de início e término de livros e séries.

Para ler

Eu tento fugir do romance, mas o romance não foge de mim. Uma amiga querida me indicou Colleen Hoover e eu não esperava que minha cunhada teria a maioria dos livros que ela me indicou. Foi o melhor match da vida!

Me apaixonei pela forma de escrever da autora e por seus personagens. Agora tenho mais dois crushs literários: Ridge, de Talvez um Dia, Will, da triologia Métrica e Ben, de November 9. Ambas histórias eu li, em média, em três ou quatro dias cada.

E um dia voltando com minha chefe de um trabalho, conversamos sobre os livros que eu estava lendo e o estilo que gostava. Ela comentou que tinha um em casa que eu com certeza ia gostar: ‘O tempo entre costuras’

Tem a série na Netflix, mas o livro com certeza é mais rico em detalhes. O livro é muito mais denso do que os da Colleen Hoover e tem diveeersas referências de época, principalmente porque a história da Sira, personagem principal, se passa em uma época de guerra. Estou longe de acabar, mas já estou amando e confesso que quero muito assistir a série, principalmente porque a Alba Flores (Nairóbi em La Casa de Papel) aparece na série. Adoro ver os mesmos atores em papéis diferentes.

Para assistir

Janeiro foi um mês de mais leituras do que séries e filmes. Assisti Moana pela primeira vez e foi incrível, mas nem adianta me estender muito porque todo mundo já deve ter assistido. Só posso dizer que em diversas partes do filme me segurei para não chorar.

YOU foi uma série que me deixou intrigada. Me chamou atenção por ter Shay Mitchell (Pretty Little Liars) no elenco e mesmo não dando muita bola no começo, acabei primeiro do que meu namorado. E olha que ele fez eu começar a assistir com ele hahaha.

A série conta a história de Beck, uma jovem escritora que conhece um cara em uma biblioteca. O nome dele é Joe e apesar de parecer um homem apaixonado e inofensivo no começo, logo ele se revela um stalker perigoso.

Ainda no mês de Janeiro comecei ‘O mundo sombrio de Sabrina’. Ainda não acabei, mas estou gostando. A série é bem divertida. Fala sobre uma jovem mestiça dividida entre o mundo humano e o mundo das bruxas. Em seu 16º aniversário ela tem que tomar uma decisão: renunciar o mundo humano, todos os seus amigos e seu namorado para viver no mundo das bruxas.

Para ouvir

Foi de dezembro para janeiro que os conheci e foi amor à primeira batida. Vacations conquistou um espaço no meu coração de forma extremamente rápida. Coincidentemente eu estava lendo Talvez um Dia e depois continuei ouvindo enquanto lia November 9. Eles acabaram virando trilha sonora para minhas leituras hehehe.

Quase no fim de janeiro a Alvvays chamou minha atenção enquanto eu procurava algo novo no Spotify. Quando vi, já estava cantando “Hey, Hey, marry me, Archie” loucamente por aí. 

IMG_3454-2.jpg

Espero que vocês gostem desse post e das indicações 🙂