Tour pelo meu Bullet Journal + Dicas

Eu sempre gostei desses itens de papelaria, de cadernos bonitinhos decorados com colagens, fitas adesivas coloridas, papéis, imagens e principalmente os letterings, mas quando eu via na internet, não sabia nem por onde começar.

Mas aí em 2019 eu finalmente meti as caras e comecei. Um pouco atrasado, mas comecei e nesse post vou mostrar um pouquinho de como ficou, principalmente como planejei e organizei. Aqui vão algumas dicas:

Busquem referências

Antes de qualquer coisa eu fiz um tour pelo Pinterest buscando referências tanto de organização quanto de composição. Eu realmente queria que fosse algo útil, mas sem deixar de lado a parte visual. Inclusive criei uma pasta no meu perfil chamada Bullet Journal para quem quiser se inspirar 🙂

Organizem a sequência

Antes de começar a escrever loucamente eu sentei e planejei a sequência do meu Bullet. Apesar de parecer uma super elaboração, não é, juro! Peguei uma folha de sulfite e fiz uma lista de coisas que eu queria que tivesse. Dessa forma, fica mais fácil visualizar o layout e saber onde cada coisa é mais útil. Por exemplo: eu separei e deixei mais à frente os conteúdos que não tem ligação como livros, lugares e metas e deixei para depois as páginas mensais onde tem mais de uma página sobre o mesmo assunto.

Escolha o material

Essa é a melhor parte! O básico é cola e tesoura, depois vale investir em fitas adesivas coloridas, papel colorido, canetas. Se você tem impressora em casa fica mais fácil fazer os adesivos. Eu, por exemplo, peguei uma série de adesivos individuais no Pinterest, distribui em um slide do power point, imprimi, recortei e colei onde eu queria. Se você não tiver, vale a ideia do power point, a diferença é que você vai ter que levar em algum lugar para imprimir ou comprar adesivos coláveis.

Seja lá como for, o importante é deixar o Bullet Journal do seu jeitinho e cheio de coisas que te inspiram. Tenho certeza de que agora, organizar minhas tarefas será mais leve e divertido.

Espero que dê certo por aí 🙂

Ainda não encontrei um calendário que coubesse nesse espaço. Não deu certo fazer à mão :/ 

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Resenha do livro: Caligrafia para relaxar – Amy Latta

De um tempo para cá eu comecei a ser a louca das letterings. Não que eu seja expert em fazê-las, mas sigo apaixonada por algumas pessoas que fazem e expressam pura criatividade nos papéis por aí. Alô @tatimatsumoto

Interessadíssima em saber como funcionavam as letterings que via por aí, resolvi procurar aprender de uma forma que fosse flexível, que eu poderia me dedicar quando realmente tivesse um tempo e que não precisasse mexer no bolso, pelo menos até ter certeza de que é isso que eu gosto e que realmente quero aprender.

Aí em um dia qualquer, passeando pela Saraiva eu vi esse livro

Caligrafia para relaxar é uma graça primeiramente pela capa, né?

Dentro dele têm diversos exercícios de letras, composições e decorações como faixas, guirlandas e ramos de flores. Além de algumas dicas para usar aquarela na hora de escrever.

Entre um exercício e outro também tem espaços para praticar. Eu particularmente prefiro treinar em papel sulfite para não estragar o livro e ficar marcado de borracha, mas aí vai de cada um 🙂

Outra coisa bem legal é que logo no começo tem uma lista com sugestões de materiais como tipos de papéis, lápis e canetas para investir.

O livro custou R$50,00 e comprei na Saraiva online. Achei que valeu muito a pena porque demora para esgotar o conteúdo.

Como o Luke surgiu na nossa vida

11 de abril era um dia qualquer de trabalho. Desses que a gente não espera muita coisa e cumpre as tarefas cotidianas. Aí eu recebi uma mensagem de alguém que eu não via desde o ensino médio.

Nem lembro o que eu estava fazendo, só lembro que comecei a pesquisar tudo o que podia sobre Goldens Retrievers, como cuidar deles e quais as doenças mais propícias da raça, porque né… é bem comum de acontecer e certas coisas infelizmente exigem nossa preparação desde o começo. Falei para os meus pais, eles ficaram empolgados, começaram a pesquisar também.

Ficamos na dúvida, mas já estava quase na hora de sair do trabalho e eu queria muito ir buscá-lo logo. No mesmo dia, eu que nem conhecia o Vinicius direito, falei “VAMOS BUSCAR O LUKE?”. Para minha sorte ele falou “VAMOS”.

Quando chegamos lá, descobri que o Luke da foto era totalmente diferente do Luke real e a primeira coisa que fiz foi mandar fotos para meus pais, mas quando eles falaram que era melhor esperar já era tarde demais. Estávamos a caminho de casa com aquele urso dentro do carro e mais quatro pessoas chocadas com o tamanho daquele cachorro. Ele estava acima do peso, precisava comer menos e fazer alguns exercícios.

Ele era muito maior do que eu imaginei e não estava em uma situação muito favorável, coitado. O antigo dono estava em outro estado pois já havia se mudado e estava apenas em período de transição de documentos e procurando alguém que pudesse ficar com ele, ou seja, ele já estava sozinho há algum tempo. 

Quando chegamos em casa, meus pais ficaram um pouco preocupados com o que viria pela frente e minha conversa com o Vinicius via whatsapp foi: 

  •  Acho que meus pais não vão ficar com ele (21:00, 11/04/2018)
  • Sério? Pq? (21:01, 11/04/2018)
  • Pq ele é muito grande e a gente não sabe se vai conseguir cuidar (21:02, 11/04/2018)
  • Entendi (21:03, 11/04/2018)

Mas no dia seguinte quando acordei, minha mãe saiu do banho e disse: Vamos ficar com ele, vai.

  • A GENTE VAI FICAR COM ELE SIMMM (06:00, 12/04/2018)
  • BOM DIA (06:01, 12/04/2018)

E assim começou a nossa história juntos. Com alguns (MUITOS) pêlos de cachorro no carro de um cara que eu nem conhecia direito, com um pouco de medo considerando que tínhamos que levar o Luke no veterinário e por conta da situação dele, não sabíamos quanto$ dinheiros íamos gastar e com uma gatinha em casa para se acostumar, mas acima de tudo com muito amor e empolgação. 

Luke veio para ficar, algumas bagunças para arrumar porém com muito amor para dar.

Um fim de semana em Ilhabela

Quem me segue lá no Instagram viu que fui para Ilhabela no fim de semana passado, mas como não falei nada sobre planejamento e organização, preparei esse post para compartilhar um pouco mais as coisas que deram certo por aqui. Claro que, cada viagem é uma viagem e cada bolso é um bolso hahaha. Vale ver o que funciona para vocês 🙂

A data

A primeira coisa que pensamos é a data, porque dependendo da época do ano, tem muitas datas indisponíveis nas acomodações devido à alta temporada. Além disso tem a questão de conciliar com as férias, que aliás é um ponto extremamente importante por aqui. Em Campos do Jordão eu não estava de férias da faculdade então fiquei um pouco apreensiva com entrega de trabalho. Na última viagem eu tinha prova no inglês. Tive que faltar e repor a aula depois. Enfim…Cuidado com as datas!

Airbnb

Eu nem escrevo acomodação, hotel ou pousada porque até agora a gente só teve experiência boa com o Airbnb e não trocamos por nada.

Antes de Campos até vimos algumas opções de hotel e pousada, mas por aqui o Airbnb foi a primeira opção dessa vez. Alugamos uma casinha super fofa rodeada de mato e com uma pedra gigante que atravessava a cozinha da casa. Quando senti a vibe da casa me apaixonei e falei: É ESSA!

Mesmo que a gente mais passeie do que fique na casa, um lugar que é a cara da cidade e rodeado de elementos que a gente gosta dá um aconcheguinho diferente e faz toda a diferença, sério! Sempre que for possível, é claro.

Preparando o bolso

Essa é a segunda vez que viajo com o Vinicius e é engraçado que a gente sempre acha que vai dar tudo errado, mesmo planejando com meses de antecedência. Dá um frio na barriga toda vez que algum imprevisto financeiro acontece, principalmente quando já reservamos e pagamos a hospedagem. A gente tem que se controlar muito para economizar, mas ajuda muito estabelecer uma meta estipulando valores altos para cada gasto. Por exemplo:

  • Gasolina – R$200,00
  • Balsa – R$150,00
  • Alimentação – R$400,00

Mesmo que a gente saiba que não vai gastar R$400,00 com comida e R$150,00 com balsa, a gente joga valores altos para ter uma meta mais clara e acabar voltando com dinheiro sobrando ou ter um pouco mais caso queira comprar uma lembrancinha ou algo do tipo.

Além dessas dicas que deram certo comigo, eu postei um video no meu canal do YouTube com diversos momentos da nossa viagem. Espero que gostem 🙂

Sobre a calma

A calma desse fim de semana era tudo o que eu precisava. Sabe aquela história de que viajar é bom, mas voltar pra casa é melhor ainda? Hoje não.

Hoje eu só queria ter mais tempo ou voltar na sexta-feira em que pegamos a estrada rumo a um lugar totalmente novo, mas que tínhamos certeza que seria uma experiência incrível. E foi. Mas queria mais um pouquinho

Hoje eu queria ter continuado lá por mais alguns dias. Ficar longe do caos dessa cidade grande, do trabalho e da vida de gente grande até ter 100% da minha saúde mental de volta era tudo o que eu mais queria agora.

Viajar é bom, voltar pra casa também é bom, mas às vezes é preciso descansar um pouquinho mais do que conseguimos em um fim de semana, nem que seja em uma casinha de dois cômodos no meio do mato com duas pedras gigantes invadindo os ambientes. Queria um tempo que desse para recuperar o estrago que uma semana, um mês e um ano difícil fazem com a gente.

Cada um tem sua realidade e já que não podemos voltar no tempo, voltemos para ela então.